Informativo Julho/2014

24/07/2014 19:56
 
“Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração; ele fará tudo o que for da minha vontade.” 
At 13.22b
 
1ª semana Adoração conforme o coração de Deus (At 13.22b) - Não é difícil encontrar pessoas dispostas a adorar a Deus, aliás, se perguntarmos, a maioria dirá que O adora. Porém, a adoração deve ser exteriorizada para que o adorado possa recebê-la. Devemos demonstrar a paixão que temos pelo Senhor e, isto só é possível, se nos empenharmos em fazer O que lhe agrada. Dançar, cantar, pregar, evangelizar, servir e ensinar de acordo com os propósitos d'Ele são atitudes inerentes do adorador. Você já imaginou alguém que sempre faz o que você gosta? Que vive para lhe agradar? Que se empenha em fazer sua vontade antes mesmo que peça? Que lhe surpreende com atos de amor? Que sonda os seus desejos enquanto lhe espera? Que tal fazermos, a partir de hoje, tudo isso para Deus? Mas para que isso seja possível é necessário termos um relacionamento com Ele. Essa deve ser a primeira atitude do adorador: relacionamento com Deus.
 
2ª semana – Quando a alma anseia por Deus (Sl 42.1-2) - Quando, no deserto, a corça sedenta avista a imagem de um lençol d'água começa a correr desesperada, na ânsia de satisfazer sua sede. Este pequeno animal percebe, a metros abaixo da superfície, a existência da água. Mas como ela suspira e anseia pelas águas?  Com desespero. Gritando, correndo, buscando, farejando, com sede, continuamente, todos os dias, sem descanso, nem acomodação. Ela não desiste. Ela quer água. O salmista aqui (um dos filhos de Coré) usa a ânsia deste animal como exemplo de alguém segundo o coração de Deus. Jamais pode faltar em nossos corações a sede pela presença de Deus. Assim como a corça não toma água apenas uma vez, não podemos nos contentar com longínquas experiências com o Espírito Santo.  Quanto mais buscarmos a presença de Deus, mais a desejaremos. Desta sede não nos saciaremos nunca. O que estamos esperando? Perguntemos como o salmista: Já está na hora de entrarmos na presença de Deus? (v.2) Corramos para a fonte de águas vivas, Jesus Cristo.
 
3ª semana – Como vou conduzir a arca do Senhor? (2 Sm 6. 9, parte a) – A arca da aliança simbolizava a presença de Deus (2 Sm 6.1-23), portanto era o objeto mais sagrado em Israel. Onde estava a arca, estava a benção. Mas para conduzir a arca não bastava a boa vontade dos israelitas. Era necessário fazer a coisa certa, do jeito de Deus, não do homem. Vivemos em um tempo no qual a sociedade diz: “O importante é fazer, não importa como.” Mas com Deus não funciona assim. Transportar Sua presença requer renúncia, planejamento (vida de oração), entrega, santidade e obediência. Por isso, nos impactamos ao lermos que a cada seis passos com a arca, um sacrifício era feito e, com a morte de Uzá, que apesar das boas intenções, desagradou a Deus e morreu. Hoje, somos templo do Senhor (1 Co 6.19) e carregamos a Arca da Presença em nós. Assim, devemos nos preocupar com a maneira que carregamos essa Presença e, mais do que isso, não podemos correr o risco de perdê-la. Como Davi, sejamos convictos da importância da nossa adoração, mesmo que outras pessoas não nos entendam: “Foi perante o Senhor que eu dancei, perante aquele que me escolheu; perante o Senhor celebrarei.” (v 21)
 
4ª semana  A casa favorita de Deus (Am 9.11) – O Senhor poderia ter dito que levantaria o tabernáculo de Moisés ou o maravilhoso Templo de Salomão. Mas a tenda de Davi? Um acampamento? Barracas? O rei preparou a tenda, exclusivamente, para abrigar a arca da aliança (1 Cr 16. 1-7). O lugar tornou-se cenário de oração, sacrifício, comunhão e benção. A diferença da tenda para o tabernáculo era que ali não havia mais separações. Todos poderiam se achegar para adorar ao Senhor pois Davi instituiu adoração 24 horas por dia. Neste contexto, os israelitas não se contentavam enquanto não vissem a shekinah, palavra hebraica que significa a presença de Deus. Essa presença era o objetivo, a sede e a fome do homem segundo o coração do Senhor. Como Deus não sentiria saudades deste lugar e dos momentos de comunhão e liberdade com o Seu povo? Hoje, nós somos essa tenda. Podemos ser o lugar onde Deus encontra constante adoração. Foi para isso que nascemos. Para adorá-lo.  Nossa sede pelo Espírito Santo deve ser ainda mais intensa do que a sede da corça pelas águas ou o anseio de Davi pela Shekinah. Não esqueçamos de que a geração de Davi já passou. Adore-O em sua geração. Sejamos o lugar onde o Espírito queira habitar. 

 


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